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STJ admite assinaturas digitais fora da ICP-Brasil; entenda o tema

Corte confirmou que assinaturas eletrônicas sem certificação oficial podem ser válidas, conforme critérios legais e tecnológicos.

A expansão das contratações digitais tem levado os tribunais a enfrentar uma questão cada vez mais recorrente: a validade dos contratos eletrônicos.

Nesse contexto, o STJ têm reconhecido a eficácia desses instrumentos mesmo quando não há certificação pela ICP-Brasil (Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira), desde que existam mecanismos capazes de comprovar a autenticidade das partes e a integridade do documento firmado.

Na última semana, a 3ª turma da Corte da Cidadania concluiu que a ausência de certificação pela ICP-Brasil não invalida automaticamente a assinatura eletrônica.

O caso envolvia uma consumidora que questionava a autenticidade de contrato firmado em plataforma digital.

Relatora do processo, a ministra Nancy Andrighi destacou que o art. 10 da MP 2.200-2/01 não restringe a validade de documentos eletrônicos ao uso de certificados emitidos pela ICP-Brasil.

Segundo a ministra, a própria norma admite outros meios de comprovação da autoria e da integridade do documento eletrônico, inclusive certificados não emitidos pela infraestrutura oficial, desde que aceitos pelas partes.

No caso concreto, o tribunal verificou que não havia indícios de fraude. O processo continha registro fotográfico (selfie) da contratante no momento da assinatura digital.

Diante disso, o STJ concluiu que a simples negativa genérica da assinatura não é suficiente para invalidar o contrato, cabendo à instituição financeira comprovar a autenticidade apenas quando houver contestação efetiva ou indícios de irregularidade.

A decisão segue linha já adotada pela Corte em outros julgados, inclusive no Tema 1.061, que estabelece que, quando a assinatura de contrato bancário é contestada, cabe ao banco provar a autenticidade.

 

Fonte

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