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VOCÊ PREFERE MORRER OU FALAR EM PÚBLICO?

Falar é uma das formas de se expressar. Assim, a necessidade de comunicação faz parte do desenvolvimento de todo ser humano. Quando se fala em comunicação profissional então, tudo se torna mais difícil, pois hoje saber se comunicar da forma correta torna-se um grande diferencial, principalmente para aquela pessoa que deseja uma boa colocação no mercado de trabalho ou uma realização pessoal mais profunda, entre outros.

Sabemos que é importante se expressar, porém caímos na questão: como não sentir medo de falar em público? Como dominar o nervosismo e desenvolver a confiança para falar em público sem medo?

O jornal inglês Sunday Times, por meio de um interessante levantamento com 3 mil entrevistados, onde cada um deles deveria hierarquizar os seus maiores medos, mostrou que 41% tinha receio de falar em público, seguindo por problemas financeiros com 22% e com 19% que afirmaram ter medo de doenças e da morte. Generalizando e extrapolando as medidas, isso significa que as pessoas tem mais medo de falar em público do que de morrer.

Apesar dos dados acima serem alarmante, estudiosos do tema dão varias dicas de como amenizar essas percepções. Para a grande maioria deles, o primeiro ponto antes de falar em público, é dominar o assunto. Quando não dominamos o assunto certamente ficamos preocupados e inseguros, logo é de suma importância estudar o conteúdo a ser apresentado. No entanto, não basta apenas conhecer o que será exposto. É preciso mais.

Outro ponto é ser cativante.  Quantas vezes já ouvimos palestras e aulas em que o comunicador não prende a nossa atenção, ora porque o assunto não é interessante, e, sobretudo, porque ele não consegue criar uma forma de como nos atingir, prendendo nossa atenção, ou seja, se comunicar como deveria. É preciso ter em mente que grande parte dos ouvintes gostam de oradores que conversem com eles em uma comunicação de mão dupla e não que apenas falem para eles.

Vários estudiosos ensinam regras e técnicas importantes para se falar em público e uma das mais importantes é saber ordenar o pensamento, pois geralmente, as pessoas, na sua imensa maioria, não sabem iniciar, desenvolver e concluir uma apresentação. Nota-se que, em determinadas situações, estas pessoas entram diretamente no assunto central sem conquistar convenientemente quem está ouvindo, isto é, antes de ganhar a atenção das pessoas. Em outros momentos esforçam-se para conquistar os ouvintes quando estes já estão devidamente preparados para ouvir, correndo o risco de desinteressá-los. Muitos passam de uma etapa para outra sem nenhum critério. No momento de encerrar voltam para o início, em seguida repetem os argumentos que já haviam sido criteriosamente expostos, que começam a se enfraquecer pelo excesso de repetição. Enfim, sem saber como expor a mensagem numa sequência lógica acabam dificultando não apenas o entendimento dos ouvintes, como também sua própria exposição.

O interessante é que, na maioria das vezes nos preocupamos tanto com as palavras que esquecemos que existem outros meios de expressão que podem reforçar as palavras, tais como a gesticulação, a postura e o vestuário. Ou seja, as ações de quem fala podem ser reveladas pela voz e escolha certa das palavras, sendo naturalmente intensificadas com a expressão facial, o movimento do corpo e das mãos e o contato visual.

Outro aspecto importante é o volume da voz, pois, com certeza, a comunicação oral também é influenciada por ela. Por causa do medo, algumas pessoas falam baixo ou alto demais, ficam artificiais, agressivas, desarticuladas, aceleram a fala, ou diminuem até permanecer numa irritante monotonia, enfim sentem-se desconfortáveis e incompetentes para falar diante de um grupo de ouvintes.

É preciso entender que falar em público não é uma arte fechada, que só possa ser dominada após anos e anos de prática, de aperfeiçoamento da voz, etc.

Antigamente, a arte de falar em público era vista como dom natural e privilégio de algumas poucas pessoas. De um tempo pra cá, a eloquência passou a ser considerada uma capacidade que pode ser adquirida e desenvolvida através de estudo e treinamento.

Pode-se notar que, na verdade, houve uma grande transformação nas exigências dos ouvintes e consequentemente na orientação do estudo do “como falar”. Felizmente, os ouvintes hoje solicitam uma fala mais natural e objetiva, sem os adornos de linguagem e a rigidez das técnicas empregadas antigamente.

Para o advogado que fala a um público leigo, é importante não usar o conhecido juridiquês. Não é preciso falar rebuscadamente para falar bem. A simplicidade pode fazer de qualquer pessoa um bom comunicador.

Voltando ao nosso tema central, é importante saber identificar o porquê do nosso medo e como enfrentá-lo, impedindo assim que ele atrapalhe nosso desenvolvimento pessoal e profissional.

É visto que cada momento, evento ou contexto requerem formas diferenciadas de mensagem e oratória. Desenvolver a competência de saber como diferenciar isso, implica muito mais do que apenas conhecer e dominar as regras da comunicação: exige também percepção, dedicação e treinamento e tudo isso pode ser adquirido e conquistado com estudo e aprendizado de várias regras e técnicas que estão aí e foram escritas por pessoas especialistas nesse assunto, basta pesquisar.

 

Adriana Tracastro Poyato

 

Adriana Poyato é analista de RH da Inrise Consultoria e atua no recrutamento e seleção de profissionais, bem como, no estudo de reestruturação organizacional de empresas e escritórios jurídicos.

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